Benazir Bhutto, em seu retorno histórico ao Paquistão no dia 18 de outubro de 2007, cuidou de duas grandes tarefas: terminar de escrever o livro que tratava da complicada relação entre o Oriente Médio e o Ocidente; e lutar por um projeto político para democratização do país, ajudando a construir uma ponte entre o mundo muçulmano e o Ocidente. Os originais do livro Reconciliação -- Islã, democracia e o ocidente ficaram prontos no dia 27 de dezembro, poucas horas antes do seu assassinato. E, com a sua morte, o projeto político passou para a história como um legado que afirma a força, o otimismo e a visão de uma grande mulher.
David MM
...Benazir Bhutto dispensa maiores apresentações, mas afirmo que é um exemplo de ser humano que trabalha por um ideal, no caso, o progresso e a integração sócio-político-religiosa do povo do Paquistão.Mesmo sabendo dos riscos que corria regressando ao país, Benazir não teve dúvidas em voltar. À lamentar a omissão do governo paquistanês em proteger Benazir, seus seguidores e o povo do país, falhando fortemente naquilo que era obrigação do governo.Resta a memória e o exemplo deixado por este ser humano, que independente do gênero, fez a sua parte.Esteja em Paz, Benazir!
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