Quase memória

Quase memória
Impresso

Sobre o livro

O quase-romance de Carlos Heitor Cony transporta o leitor para um outro mundo, “um mundo que acabou”, nas palavras de seu autor. O mundo de seu pai, jornalista como ele, mas de um tempo perdido; do Rio capital federal, do compadrio despudorado, não da violência. Do dia a dia indulgente. Na elegia ao pai que é Quase Memória, o protagonista Ernesto Cony Filho é o corpo e o espírito da época. Sonha alto, dorme prometendo grandes feitos “amanhã”. E o que faz é atolar-se nos próprios sonhos, desfazer-se deles, criar outros e outros. É uma figura quixotesca, patética, no relato quase cruel do filho, mas por isso mesmo fascinante.

Categorias

Outros

Assunto

  • Ficção

ISBN

  • 9788520939086

Edição

  • 29

Páginas

  • 240

Idioma

  • Português

Tamanho

  • 15,5 x 23cm

Encadernação

  • Brochura

Ano

  • 2014
Mar de histórias: No limiar do século XX
Antologia de histórias
Lúcia Machado de Almeida / Hernâni Donato / Viriato Corrêa / José Lins do Rego / Monteiro Lobato / Graciliano Ramos / Jorge de Lima / Elza Bebiano / Maria Clara Machado
O discurso do amor rasgado
William Shakespeare
Macunaíma
A hora e vez de Augusto Matraga
João Guimarães Rosa
O doente Molière
O recado do morro
João Guimarães Rosa
A vida gritando nos cantos
O médico e o monstro - Box Mestres do Terror
Novelas inacabadas: Os Watsons e Sanditon
Mar de histórias: Das origens ao fim da Idade Média
Mar de histórias: Do fim da Idade Média ao Romantismo
Mar de histórias: o Romantismo
Mar de histórias: do Romantismo ao Realismo
Mar de histórias: Tempo de crise
Meu destino é pecar
Não se pode amar e ser feliz ao mesmo tempo
O romance morreu
O buraco na parede
Amar, verbo intransitivo
<
>